VENDAS DE IPHONE CRESCE NO MUNDO

Pesquisa: vendas do iPhone crescem no mundo todo, mas caem nos EUA.

A Kantar Worldpanel divulgou nesta quinta-feira, 06, uma pesquisa que revela o número de celulares vendidos entre abril e junho de 2015. No período, as vendas de iPhones cresceram em todo o mundo, mas caíram nos Estados Unidos, onde o Android vem ganhando espaço.

“Enquanto o ecossistema Android na Europa e na China continua a oferecer várias marcas para escolher, nos Estados Unidos ele passa por sua consolidação mais forte até agora, dominada pela Samsung e pela LG, que já representam 78% das vendas do sistema”, explica Carolina Milanesi, responsável pela pesquisa. Em território norte-americano, a LG conseguiu pela primeira vez ultrapassar a Samsung no número de dispositivos vendidos.

De acordo com o relatório, o preço foi um dos principais fatores para que os usuários escolhessem um smartphone Android.

China

Na China a liderança ficou com a Huawei, responsável por 79% das vendas. Fabricantes menores, como a Meizu ,vêm crescendo no último ano na China. No período, a empresa teve um aumento de 700% no número de unidades vendidas.

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No Brasil, dispositivos Android ainda dominam o mercado, correspondendo a 89% do mercado. Em segundo lugar aparecem os dispositivos com Windows Phone (5.5%) e iOS (3.8%).

HTC PROMETE SEUS ÓCULOS DE REALIDADE VIRTUAL

HTC promete seus óculos de realidade virtual ainda para este ano.

Empresa ainda não especificou preço do aparelho, que precisará de conexão a um PC para funcionar. Design final do headset será divulgado em outubro.

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A HTC trabalha para lançar até o final do ano uma versão para consumidor do Vive, seu headset de realidade virtual. O design final e os controles wireless do aparelho (bem como os conteúdos que estarão disponíveis para o headset com SteamVR) serão divulgados em outubro, indicou o diretor executivo de marketing da HTC, Jeffrey Gattis.

O desenvolvimento do Vive progride rápido, sobretudo se lembrarmos de que o anúncio da colaboração da HTC com a Valve, fabricante de software para videogames foi feito em março. Na época, a fabricante de smartphones comunicou o lançamento de uma edição para desenvolvedores em poucas semanas e o headset para consumidores finais ainda em 2015.

O compromisso de levar o Vive às prateleiras das lojas e aos consumidores finais poucos meses após o anúncio do hardware é um passo importante para a HTC. Segundo Gattis, a empresa trabalha agressivamente para atingir a meta e espera impulsionar os esforços de desenvolvimento para o Vive no começo de 2016.

O aparelho não é o único headset esperado para os próximos meses, com o lançamento do Rift, dispositivo da Oculus VR, programado para o início do próximo ano. Nenhuma das empresas especificou o preço sugerido dos aparelhos, que precisarão de conexão a um PC para funcionar.

A HTC espera que seu sistema de rastreamento diferencie o Vive da concorrência. A tecnologia permite que qualquer movimento feito pela pessoa no mundo real seja traduzido para o ambiente virtual. “Com a room scale, o usuário será capaz de caminhar por um mundo virtual ao invés de apenas ver a cena”, concluiu Gattis.

Fonte: http://pcworld.com.br/

Em baixa, vendas de tablet caem 20%

Em baixa, vendas de tablet caem 20% no Brasil em 2015.

Segundo a IDC, foram vendidos 1,78 milhão de aparelhos do tipo no primeiro trimestre deste ano. Produtos que custam menos de R$500 dominam o mercado.

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A venda de tablets despencou em 2015 no Brasil. Segundo informações da consultoria IDC, a comercialização desses aparelhos caiu nada menos que 20% entre janeiro e março, em comparação com o mesmo período do ano passado.

O novo levantamento da consultoria revela que foram vendidos 1,78 milhão de tablets no Brasil no primeiro trimestre de 2015, aproximadamente 390 mil unidades a menos do que nos três primeiros meses do ano passado.

“Mapa” das vendas

O estudo da IDC Brasil mostra, também, que do total de tablets vendidos, 41 mil foram modelos 2 em 1 (notebooks com tela destacável), categoria que cresceu 115% frente ao quarto trimestre do ano passado. Além disso, 94% dos tablets vendidos no começo de 2015 foram para o consumidor final, 6% para corporativo e 70% do total dos aparelhos vendidos custou menos de 500 reais cada.

Vilões

Entre os “vilões” para essa queda significativa estão a alta do dólar, crédito menor e diminuição da confiança do brasileiro na economia do país, em meio à crise atual, aponta a IDC Brasil. De acordo com a IDC, a alta do dólar gerou repasse de preços de até 17% em relação final de 2014.

 “O número está abaixo dos dois milhões previstos para o período. Porém, diante do cenário econômico brasileiro, o resultado foi positivo”, afirma o analista de pesquisas da IDC Brasil, Pedro Hagge.

Fonte: http://pcworld.com.br/

Intel lança nova tecnologia de memória 3D

Intel lança nova tecnologia de memória 3D

Memória PCM

memoria-3d-xpoint-3A Intel e a Micron anunciaram o lançamento de um novo tipo de chip de memória não-volátil – que não perde dados na falta de energia.

Segundo nota das duas empresas, a tecnologia 3D XPoint seria “a primeira categoria nova de memória em mais de 25 anos”.

O novo chip incorpora células do tipo memória de alteração de fase, ou PCM (Phase-Change Memory), armazenando os dados na estrutura cristalina de uma liga metálica pertencente à família dos calcogenetos amorfos.

Os materiais de mudança de fase podem alternar entre duas fases estruturais, cada uma delas com diferentes propriedades elétricas, uma cristalina e condutora de eletricidade, e outra amorfa e isolante – uma das fases representa o bit 0 e a outra o bit 1. Como o material muda fisicamente, o dado não é perdido quando a energia é desligada.

Nessa categoria estão diversos materiais que estão despontando como “salvadores da Lei de Moore”, como a molibdenita, ou dissulfeto de molibdênio (MoS2), o dissulfeto de tungstênio (WS2), o disseleneto de tungstênio (WSe2), entre outros.

Memória 3D sem transístor

A vantagem da nova tecnologia é que a estrutura dos chips de memória é tridimensional, com um bit em cada interseção de uma estrutura 3D que mescla linhas de leitura e escrita dos dados e linhas de armazenamento. Isto significa que a estrutura dispensa os tradicionais transistores.

Esse arranjo tridimensional permite uma densidade de armazenamento impressionante, nada menos do que 10 vezes mais bits por área do que as memórias flash atuais.

memoria-mudanca-fase-micronAs duas empresas também afirmam que a nova memória é 1.000 vezes mais rápida do que as memórias flash.

Isto deverá dar um enorme impulso aos discos de estado sólido (SSDs). Cada chip da primeira geração da 3D XPoint, do tamanho de um pendrive, armazena 128 Gb em duas camadas empilhadas de células de memória.

Armazenamento de longo prazo

As indústrias integradoras receberão os primeiros protótipos da nova memória no terceiro trimestre deste ano, e a produção em larga escala começará no quarto trimestre.

“Um dos gargalos mais significativos da computação moderna é o tempo que leva para que o processador alcance os dados gravados no sistema de armazenamento de longo prazo [discos rígidos]. Esta nova classe de memória não-volátil é uma tecnologia revolucionária que permite o acesso rápido a conjuntos de dados enormes, viabilizando aplicações inteiramente novas,” afirmou Mark Adams, presidente da Micron.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/

SONY LANÇA SMARTPHONE À PROVA D’ÁGUA

Sony lança smartphone à prova d’água Xperia M4 Aqua por R$1.500

Já disponível no Brasil, aparelho intermediário traz tela HD de 5″, câmera de 13MP e processador octacore da Qualcomm.

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A Sony Mobile lançou no Brasil nesta semana o seu smartphone intermediário Xperia M4 Aqua, disponível no país com preços a partir de 1.500 reais.

Como sugere o nome, o novo aparelho é resistente à prova d’água. Outros recursos incluem uma tela HD de 5 polegadas, câmera traseira de 13MP (abertura F2.0) e frontal de 5MP, processador octacore de 64 bit Snapdragon 615, da Qualcomm.

Com suporte para redes 4G, o dispositivo já vem com o sistema Android 5.0 (Lollipop) embarcado. A Sony alega que a bateria do aparelho dura cerca de dois dias.

Duas versões

Vale notar que o Xperia M4 Aqua chega ao país em dois modelos, com um chip (disponível na operadora Claro) e dual-SIM (disponível nas redes de varejo).

Fonte: http://pcworld.com.br/

XIAOMI LANÇA SMARTPHONE REDMI 2

Xiaomi lança smartphone Redmi 2 no Brasil por R$500.

Smartphone de baixo custo custará R$550 nas compras parceladas em até 10 vezes. Venda só acontecerá pelo site oficial da empresa chinesa.

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A fabricante chinesa Xiaomi finalmente chegou oficialmente ao Brasil nesta terça-feira, 30/6, por meio de um evento grandioso realizado em São Paulo, que contou com a presença de centenas de MiFãs de todo o país.

Na apresentação, comandada pelo brasileiro Hugo Barra, VP internacional da empresa, a Xiaomi anunciou o lançamento de um smartphone de entrada, o Redmi2, e alguns acessórios, como sua pulseira inteligente e um PowerBank.

Com a intenção de ser um aparelho acessível para todos, o Redmi2 desembarca no país com preço sugerido de 500 reais – ou 10 vezes 54,90 reais sem juros – com a venda sendo feita apenas pelo site oficial da Xiaomi por enquanto.

A montagem do aparelho será feita no Brasil, mais especificamente no interior de SP, por meio da parceira Foxconn, que também monta aparelhos da Apple. Essa é a primeira unidade de produção da Xiaomi fora da China.

Com tela HD de 4,7 polegadas e resolução 1280×780 pixels, 1GB de RAM, chip Snapdragon 410 quad-core de 1.2GHz, da Qualcomm, e câmeras traseira de 8MP e frontal de 2MP, o aparelho chega para concorrer com rivais da Motorola e Samsung principalmente.

Apesar disso, não faltaram comparações com a Apple durante o evento – coincidência ou não, a Xiaomi é conhecida mundialmente como “Apple da China”. Segundo Barra, as comparações acontecem para destacar que é possível ter alguns recursos comparáveis com um iPhone 6 mesmo pagando muito menos pelo Redmi2 do que por um iPhone 6, que custa mais de 3 mil reais no Brasil.

Outros recursos que chamam a atenção do Redmi2 incluem suporte dual SIM com suporte para 4G nos dois chips, espaço de armazenamento de 8GB (expansível até 32GB via microSD) e design fino e leve, com peso de 133 gramas e 9,4 de espessura.

O aparelho roda a plataforma MiUi, da própria Xiaomi, que é baseado no Android. Por enquanto, o Redmi2 só está disponível no Brasil na cor dark grey (cinza escuro).

Como comprar

Inicialmente, a proposta da Xiaomi é vender o Redmi2 e seus outros aparelhos lançados no Brasil apenas pela sua loja online. Nada de operadoras e redes de varejo por enquanto, apesar de a empresa não descartar isso para o futuro.

Por isso, é necessário fazer um cadastro no site da empresa (mi.com), que sediará um evento especial de vendas do aparelho no próximo dia 7 de julho, a partir do meio dia.

Fonte: http://pcworld.com.br/

Smartphone Idol 3 da Alcatel Onetouch tem som da JBL.

Smartphone Idol 3 da Alcatel Onetouch tem som da JBL e design reversível.

Aparelho com tela de 4,7″ começa a ser vendido no Brasil por R$ 1.099,00. Pesando apenas 110 gramas, inclui alto-falantes e earphones da JBL.

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Áudio, tela e câmera são, segundo a Alcatel Onetouch, os três atributos mais visados pelos consumidores na hora de escolher um smartphone. E a empresa pretende atender todos de uma só vez com o lançamento do seu novo smartphone Idol 3

O smartphone chega para competir no mercado brasileiro de aparelhos de médio custo com duplo chip (entre 700 e 1,2 mil reais). Com tela de 4,7 polegadas, processador Quad-Core Qualcomm Snapdragon, conectividade 4G LTE e 16 GB, o Idol 3 custa R$ 1.099,00.

De olho na legião de consumidores jovens das classes B/C, a Alcatel Onetouch empacotou o Idol 3 com uma série de elementos importantes de tecnologia e design. Do ponto de vista estético, o smartphone pesa apenas 110 gramas e é extremamente fino (espessura de apenas 7,5 mm).

Para os fãs de música, a parceria com a JBL deu ao aparelho duplos alto-falantes frontais com tecnologia Clari-Fi e um earphone JBL incluído no pacote (um acessório e tanto, levando-se em conta a qualidade dos dispositivos da JBL).

O design do aparelho também entrega um recurso interessante para o consumidor: ele é 100% reversível. Traduzindo, o Idol 3 tem dois microfones e sua interface se ajusta automaticamente a qualquer posição, permitindo ao usuário fazer ligações, tirar fotos, mixar músicas e usar suas funcionalidades mesmo com o aparelho “de cabeça para baixo”.

A tela do Idol 3 usa tecnologia Technicolor Color Enhance para realçar cores e contraste, e ajuste automático de luminosidade dependendo da luz ambiente. A câmera traseira tem 13 megapixels e a câmera frontal de 8 megapixels para selfies tem uma lente grande-angular. Um aplicativo próprio da câmera inclui recursos de time-lapse, HDR, modo panorâmico e foco facial ultrarrápido de 0,26 segundos, além de estabilização eletrônica da imagem. A linha também tem o modelo de 5,5 polegadas, ainda sem data de lançamento no Brasil.

Fabricação local

A Alcatel Onetouch é uma empresa do grupo chinês TLC Communication que atua no mercado brasileiro desde 2011. Segundo dados do IDC ela é a segunda maior empresa no ranking das fabricantes de smartphones no mercado latino-americano. No Brasil está entre as cinco maiores do mercado. Seu novo presidente para o Brasil, Enrique Ussher, que assumiu o posto há três meses, afirma que a empresa tem compromisso de longo prazo e investimento contínuo no país.

A fabricação local de equipamentos é um desses investimentos, e vai iniciar no último trimestre deste ano, segundo Ussher. A empresa não divulga números de investimento nem de vendas, mas informa que a campanha de lançamento do novo Idol 3 será “uma das maiores campanhas globais da Alcatel Onetouch e historicamente a maior no Brasil”, com investimento em mídia online e TV, pontos de venda e eventos.

Até pouco tempo a Alcatel Onetouch era uma das poucas fabricantes que ainda oferecia feature phones (celulares com teclado físico) no Brasil, tocando o mercado básico de telefonia. A empresa deixou de fabricar esses celulares e agora quer expandir a oferta de smartphones para todo o espectro de consumidores: de aparelhos abaixo de 300 reais a dispositivos mais sofisticados.

“Estamos nos preparando para cobrir todo o mercado e teremos um smartphone high end em breve”, diz Ussher, explicando que também está costurando parcerias com as operadoras de telefonia móvel para venda dos aparelhos.

Fonte: http://pcworld.com.br/

Motorola lança terceira geração do Moto X e Moto G no Brasil

Motorola lança terceira geração do Moto X e Moto G no Brasil

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Novo Moto G custa R$ 899 na versão 16 GB e também poderá ser comprado e customizado no site da Motorola sem custo adicional.

A Motorola Mobility anunciou nesta terça-feira (28/07) em evento simultâneo em São Paulo, Nova Iorque e Londres, a terceira geração dos seus smartphones Moto X e Moto G, apostando na oferta de recursos que, segundo a companhia, são responsáveis por garantir alto índice de satisfação dos usuários com seus aparelhos: muito mais tempo de vida de bateria; software, variedade de cores e revestimentos personalizáveis; tela e câmera de alta performance, e, claro, preço competitivo.

Além de anunciar dois novos smartphones da linha X – O Moto X Style e o Moto X Play – e a terceira geração do Moto G, a Motorola anunciou a liberação para o Brasil do Moto Maker, seu site de compra e customização online de smartphones. Para fazer o lançamento dos produtos no Brasil, que representa o segundo maior mercado mundial do Moto G, só perdendo para os EUA, a companhia designou seu CEO global, Rick Osterloh, e o VP de marketing de produto, Steve Sinclair.

O Moto Maker está disponível a partir de hoje, sem custo adicional, inicialmente para a compra do novo Moto G. O site vai permitir que o consumidor brasileiro possa montar e personalizar o smartphone escolhendo a cor da frente do aparelho, do acabamento metálico da câmera traseira e a cor da capa de trá; personalizar a memória interna, a memória RAM, e se prefere com ou sem TV digital. Ainda é possível incluir capinhas extras coloridas no kit e até gravar o nome do usuário ou uma mensagem na parte de trás do aparelho.

Novo Moto G

O Moto G, smartphone mais vendido no Brasil em 2014, ganhou mais recursos de performance e resistência. A certificação IPX7 garante que ele pode ficar embaixo d’água por até 30 minutos a uma profundidade de 1 metro sem precisar passar por nenhum processo de secagem emergencial posterior, e o a tela HD (720p) de 5 polegadas com display Corning Gorilla Glass é resistente a quedas e riscos.

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O aparelho tem câmera de 13 MP traseira e frontal de 5 MP, ganhou versão com memória RAM de 2 GB (contra 1 GB das gerações anteriores) e será vendido com 8 GB ou 16 GB de espaço de armazenamento. A versão brasileira aceita dois SIM cards de operadoras e suporta 4G. O equipamento roda o sistema operacional Android puro versão 5.1.1 e vem equipado com processador Qualcomm  Snapdragon 410 de 1,2 GHz.

Do ponto de vista de design o Moto G pode ser personalizado na parte traseira com capinhas (Motorola Shells) com dez alternativas de cores (preta, branca, dourada, cereja, cabernet, framboesa, lima, turquesa, azul e azul marinho) . A parte frontal, no entanto, vem apenas nas cores preta e branca. O aparelho será vendido no Brasil por R$ 899 R$ 899, na versão Moto G Colors Dual-Sim, 16 GB e capa extra.

Dois novos Moto X

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Novidade para setembro, o Moto X Style tem tela de 5,7 polegadas com resolução Quad HD (2560×1440 pixels), processador Qualcomm Snapdragon 808, 3 GB de RAM, 16 GB, 32 GB ou 64 GB de armazenamento interno, entrada para cartão microSD de até 128 GB e sistema Android  5.1.1. O preço do equipamento ainda não foi anunciado pela Motorola.

O Moto X Style tem, segundo a Motorola, o carregador mais rápido do mercado, o TurboPower 25 e uma bateria de 3 000 mAh, uma das maiores do mercado, dando-lhe pelo menos 10 horas a mais de tempo de vida útil que seus competidores mais diretos, da Apple ou Samsung, com tempo de carregamento 50% menor. O Moto X Style tem câmera traseira de 21 MP, e câmera frontal grande-angular de 5 MP, com flash. E também será comercializado com suporte para dois SIMs independentes.

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Também com câmeras de 21 MP (traseira) e 5 MP (frontal, o Moto X Play chega ao mercado em agosto com tela Full HD  de 5,5 polegadas, bateria de 3.630 mAh que pode durar até 36 horas, carregador TurboPower 15 e tratamento repelente à água.

O equipamento tem processador Qualcomm Snapdragon octa-core de 1,7 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB ou 32 GB de armazenamento interno e suporte para microSD de até 128 GB, Android 5.1.1. O preço será de R$ 1.499, para a versão de 32 GB, carregador TurboPower 15 e capa extra.

É possível saber mais sobre os novos aparelhos no site http://www.motorola.com.br. Para comprar e customizar o Moto G o usuário deve visitar o site do Moto Maker.

Fonte: http://pcworld.com.br/

 

Vídeo ensina a criar hologramas usando a tela do smartphone.

Vídeo ensina a criar hologramas usando a tela do smartphone.

Um usuário do YouTube especializado em análise de novo produtos tecnológicos publicou recentemente um vídeo que ensina a transformar smartphones em projetores de hologramas 3D. Projeções assim devem se tornar a próxima tendência no mercado de tecnologia – o hololens, da Microsoft, chega ao mercado em 2016, dando início à corrida pela implementação da visualização de conteúdos em hologramas no dia a dia.

Os materiais utilizados são tão simples que algumas das mais de duas milhões de pessoas viram o vídeo acreditando que seria brincadeira ou pegadinha. Para reproduzir as instruções em inglês do tutorial, você vai precisar de régua, caixa de CD, estilite afiado, papel, fita adesiva e caneta.

Abaixo estão os alguns vídeos com edição e diagramação específica para serem utilizados em reproduções holográficas. Para achar mais, basta procurar no YouTube por “vídeos para pirâmide holográfica”.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

 

Moto G x Zenfone 5 x Redmi 2: qual é a melhor opção?

Moto G x Zenfone 5 x Redmi 2: qual é a melhor opção?

Moto G x Zenfone 5 x Redmi 2

Agora é oficial: a Xiaomi está no Brasil, e vai tentar roubar o que a Motorola batalhou para conquistar com o Moto G. O Redmi 2 vem disputar diretamente este espaço, mas ele não é o único no mercado a tentar ser o novo rei da popularidade no país. O Zenfone 5 também é um competidor digno.

Abaixo está uma tabela que compara as especificações dos três aparelhos. Em seguida faremos uma comparação um pouco mais aprofundada:

Xiaomi Redmi 2 Asus Zenfone 5 Motorola Moto G
Processador Snapdragon 410, quad-core de 1,2 GHz, 64 bits Intel Z2520 dual core 1,2GHz, ou Intel Z2560 dual core 1,6GHz, 32 bits Snapdragon 400, quad-core de 1,2 GHz, 32 bits
Memória RAM 1 GB 2 GB 1 GB
Tela 4,7 polegadas com resolução 1280×720

5 polegadas com resolução 1280×720

5 polegadas com resolução 1280×720

Câmera 8 MP traseira, 2 MP frontal 8 MP traseira, 2 MP frontal 8 MP traseira, 2 MP frontal
Conectividade Dual-SIM 4G Dual-SIM 3G Dual-SIM 3G ou 4G, com apenas um dos chips operando em 4G
Armazenamento 8 GB, com slot para microSD de até 32 GB 8/16 GB, com slot para microSD de até 64 GB 8/16 GB com slot para microSD de até 32 GB
Bateria 2200 mAh 2110 mAh 2390 mAh.

Processador e memória

Em poder bruto de processamento, o Moto G apanha dos outros dois, até por ser um aparelho do ano passado, usando configurações do ano retrasado (ele é basicamente igual ao Moto G de 2013).

A briga fica então entre o Redmi 2 e o Zenfone 5. E aí fica confuso, porque há duas versões do Zenfone, com dois processadores diferentes. No entanto, os testes benchmarks apontam geralmente uma vitória do Zenfone, exceto pelo AnTuTu, que dá uma vitória com folga para o Redmi.

O Zenfone 5 conta com mais memória RAM, o que deve pesar um pouco nos seus resultados favoráveis.

Software

Aqui é onde o Zenfone mais sofre. A ZenUI é problemática, confusa e infelizmente entupida de bloatware, sem os quais o aparelho poderia apresentar um desempenho muito melhor.

Já o Redmi 2 é o Android para quem gosta do iPhone. A MIUI é altamente modificada, mas é elegante, com bastante da identidade visual do iOS. Há alguns recursos extras e a vantagem de ser atualizada semanalmente pela Xiaomi, o que garante que o software não ficará defasado, pelo menos não em um futuro próximo.

Enquanto isso, o Moto G é o Android para quem gosta do Android. Ele aposta no Android mais próximo possível do que o Google pensa para o sistema operacional, o que também ajuda a melhorar o desempenho mesmo com uma desvantagem óbvia em hardware em relação aos rivais.

Um diferencial é que o Moto G roda o Android Lollipop, enquanto o Redmi 2 está parado no KitKat.

Tela

Todos são bem parecidos em relação à tecnologia de tela, ostentando uma resolução de 1280×720 mas a Xiaomi se destaca um pouco neste caso por ser 0,3 polegada menor que os concorrentes. Pode parecer pouco, mas isso significa bastante em densidade de pixels.

Enquanto o Moto G e o Zenfone tem 5 polegadas e, portanto, apresentam densidade de 294 pixels por polegada, o Redmi 2 conta com a mesma resolução em uma área menor, totalizando 312 pixels por polegada.

Design

Como sempre, esse quesito é muito subjetivo, então nos limitamos a apontar as diferenças entre os modelos:

O Zenfone 5 é bem grande para uma tela de apenas 5 polegadas, com bordas bem proeminentes ao redor do display, com o destaque para a parte inferior, com os círculos concêntricos que são marca registrada da Asus. Enquanto isso, o Moto G, com o mesmo tamanho de tela é significativamente menor, com poucas bordas. Ambos adotam uma traseira curvada que possibilita um encaixe mais natural à mão, com revestimento de plástico fosco.

O Redmi, no entanto, é consideravelmente diferente. Ele tem uma tela de tamanho similar à do iPhone 6, mas com bordas ligeiramente menores. O resultado é que o aparelho tem um tamanho reduzido em comparação com os concorrentes, e também é mais fino. A Xiaomi também usa um plástico na sua traseira plana, mas ele é reluzente, ao contrário dos demais.

Câmera

Não há milagres nas câmeras em aparelhos que prezam pelo custo-benefício. As três devem sofrer com condições desfavoráveis de fotografia, embora o modo noturno do Zenfone se destaque em relação aos demais.

Todos os modelos contam com sensor de 8 megapixels, e não devem apresentar grande diferença de qualidade nas imagens paradas.

Há, no entanto, uma diferença em relação aos vídeos. O Redmi 2 consegue gravar em 1080p a 30 quadros por segundo, o que também pode ser alcançado com o Zenfone 5. O Moto G, por sua vez, está limitado a 720p.

Conectividade

O Redmi 2 sai na frente com folga aqui por conseguir operar com dois chips 4G. O Zenfone está restrito ao 3G, enquanto o Moto G tem uma versão com acesso à rede móvel de quarta geração, mas apenas um dos chips pode fazer isso por vez.

Preço

O Zenfone se beneficia muito de promoções e cortes de preço temporários, oferecidos em diversos lojistas, mas o preço inicial mais favorável é o do Redmi 2, com R$ 550 (ou R$ 500 à vista). O valor sugerido pela Asus é de a partir de R$ 700, mas o preço está em constante mudança, com promoções que normalmente giram em torno dos R$ 550. Agora, para combater o avanço da Xiaomi, a Asus promete oferece o modelo mais básico a R$ 490.

O Moto G está muito atrás aqui, com o valor sugerido pela Motorola de a partir de R$ 800. Também é possível encontrar promoções mais vantajosas, mas nada como acontece com o Zenfone.

Resta saber como será o modelo de negócios da Xiaomi no Brasil. O preço inicial do Redmi 2 já é muito bom, mas na China ela costuma praticar promoções relâmpago que cortam significativamente o valor do produto. Se ela repetir essa estratégia por aqui, ela vencerá com folgas esse quesito. Senão, há um empate técnico.

Conclusão

O que fica evidente no comparativo é que o Moto G está defasado, e a Motorola precisa acertar bem o preço da terceira versão do aparelho, que deve sair em breve, para não ficar para trás.

Dito isso, a briga fica interessante entre Redmi 2 e Zenfone 5 Como é possível ver no comparativo acima, os dois são bem equiparados em vários quesitos. O modelo da Asus sai na frente com maior poder de processamento, mas fica atrás em qualidade de software. O Redmi conta com 4G, o que não existe no Zenfone.

Há empate técnico em vários quesitos, mas, no geral, a Xiaomi parece oferecer uma experiência melhor por um preço inicial menor.  Como dito acima, o preço mínimo do Redmi 2 é R$ 500, mas nada impede a empresa chinesa de fazer ofertas-relâmpago que reduzam ainda mais este valor. Já a Asus precisa fazer promoções para se aproximar ao preço da nova concorrente.